Visitas institucionais: Desembargador-presidente se reúne com Executivo e MP/AC

O presidente do Tribunal de Justiça do Acre, Roberto Barros, realizou nessa segunda-feira (20) visitas institucionais no afã de estreitar a relação com os demais poderes e, principalmente, discutir parcerias que garantam o fortalecimento do Judiciário Estadual.

“Não podemos atuar sozinhos quando se trata de gestão. As conversações são fundamentais para que se possam descobrir novos caminhos e construir parcerias que gerem benefícios, melhorias para nossa instituição”, explicou Roberto Barros.

Ele esteve reunido inicialmente com o governador do Acre, Tião Viana. Durante o encontro houve tratativas quanto ao complexo arquitetônico da Cidade da Justiça de Rio Branco.

O Poder Executivo tem sido parceiro desde o início na construção desse prédio, que irá concentrar todos os serviços judiciais da Capital em um mesmo espaço físico.

Outro assunto discutido foi sobre um convênio, assinado no final de 2013 entre as duas instituições, cujo termo tem como objeto a “soma de esforços para a construção do prédio (2º Bloco) que abrigará os Juizados Especiais Cíveis e de Fazenda Pública” dentro da Cidade da Justiça em Rio Branco ”.

A reunião tratou ainda a respeito de uma parceira que possibilite a abertura de uma via de acesso, a qual permitirá a interligação entre a sede do TJAC e a Cidade da Justiça.

Encontro com o MP/AC

O desembargador-presidente também visitou o Ministério Público do Acre (MP/AC), onde foi recebido pelo procurador geral da Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, e pelo promotor de Justiça Celso Jerônimo, que atua na 3ª Vara de Família da Comarca de Rio Branco.

Durante a visita institucional foram discutidos temas relevantes para o Tribunal de Justiça e MP/AC, dentre os quais o compartilhamento de ferramentas tecnológicas que permitam maior integração e melhor comunicação entre essas instituições.

Outro tema debatido foi a complexa questão da execução penal no Estado – inclusive convênios devem ser assinados em breve na perspectiva de se estabelecer ações conjuntas. Ambas as instituições sinalizaram que haverá outras ações integradas voltadas aos crimes contra a administração pública e de improbidade administrativa – que estão previstos na Meta 18 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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Fonte: Atualizado em 17/06/2015