Recorde no casamento coletivo da Expoacre: 1.100 casais formalizam união civil

A esplanada do Palácio Rio Branco, um dos espaços mais nobres da Capital e tradicionalmente usado por recém casados paras suas fotos do álbum de casamento foi o local escolhido pela coordenação do Projeto Cidadão para a realização do Casamento Coletivo das ações do Projeto na Expoacre 2006. No final da tarde de domingo, mais de quatro mil pessoas lotaram a esplanada do Palácio para acompanharem o casamento coletivo de 1.100 casais inscritos durante a realização da feira no parque de Exposições Marechal Castelo Branco, um recorde em relação ao ano anterior, quando foram realizados 1.006 casamentos. A cerimônia foi prestigiada pelo governador Jorge Viana, pelo prefeito de Rio Branco Raimundo Angelim e pelo desembargador Arquilau Melo, coordenador do Projeto Cidadão, além de várias autoridades, no ato representando o presidente do TJ, desembargador Samoel Evangelista, que estava representando o Poder Judiciário acreano em um encontro de Magistrados em Roraima. A decisão de realizar o casamento coletivo este ano na esplanada do Palácio Rio Branco foi proposta pelo desembargador Arquilau Melo e obteve a simpatia não só do governo do Estado, mas também dos casais que participaram da solenidade, pela facilidade de acesso e por ser um dos espaços mais nobres de Rio Branco. O governador Jorge Viana, ao comentar a realização do casamento coletivo pelo Tribunal de Justiça, lembrou tratar-se de uma ação importante de aproximação do judiciário do povo acreano. “É um momento bonito, onde nós podemos perceber a união das famílias acreanas, do cumprimento de um sacramento importante e que fortalece o nosso estado, as nossas famílias e nos ajuda muito na consolidação da inclusão social na capital”, disse Viana. O casamento coletivo, segundo o desembargador Arquilau Melo, tem como principal mérito o fato de ser realizado sem burocracia e sem custos. “O Tribunal de Justiça do Acre, cumpre aqui seu papel social e aproxima-se do cidadão, que é o objetivo maior da justiça”, disse o desembargador.

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Fonte: Publicado em 31/07/2006