Desembargadores homenageiam seu Nôca em sessão do Pleno

A morte de Waldenor Jardim Alves Ferreira, o seu Nôca como era mais conhecido, foi comunicada oficialmente aos desembargadores na sessão de hoje de manhã do Pleno do Tribunal de Justiça pelo presidente Samoel Evangelista que lamentou profundamente a perda do importante servidor da justiça acreana com mais de 30 anos de serviços prestados na comarca de Cruzeiro do Sul. A desembargadora Eva Evangelista lembrou que conheceu seu Nôca no exercício da presidência do TJ, do Tribunal Regional Eleitoral e na corregedoria geral da Justiça. “Dele sempre tive a melhor impressão. Era um homem de grande caráter, de grande vivência do poder judiciário e que dedicou toda a sua vida à justiça acreana, por isso merece as nossas homenagens”, disse a decana do TJ. O desembargador Ciro Facundo, que teve oportunidade de trabalhar com seu Nôca como juiz de direito em Cruzeiro do Sul, trata-se de um servidor brilhante, profundo conhecedor do registro público e de todas as atividades cartoriais. “Era também um profundo conhecedor da história de Cruzeiro do Sul e de e depositário de obras importantes, jornais e informações sobre a região, desde a instalação do município, tendo inclusive uma planta da cidade elaborada pelo marechal Thaumaturgo. Era um grande servidor”, disse Facundo. Amigo de infância de Seu Nôca e com quem manteve uma relação de amizade durante muitos anos, o desembargador Feliciano Vasconcelos lamentou sua morte ontem e estendeu sua solidariedade e pesar aos seus familiares. “Era um conterrâneo querido, um jogador de bola famoso, homem simples e uma memória viva da história do poder judiciário de Cruzeiro do Sul, um verdadeiro patrimônio e acho um ato nobre do nosso presidente participar das homenagens a esse querido servidor neste momento tão difícil para a família”, disse Feliciano. Outro desembargador que trabalhou por vários anos com Seu Nôca na comarca de Cruzeiro do Sul foi Pedro Ranzi que também fez questão de homenageá-lo. “Foi um dos grande servidores da justiça acreana, homem de vida dedicada à justiça e como bem lembrou o nosso presidente, ensinou não apenas os servidores da comarca mas a muitos juizes, eu fui um deles, e promotores que ali atuaram e tiveram o privilégio de com ele trabalhar”, destacou Ranzi. Fonte: Assessoria de Imprensa do TJAC

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Fonte: Publicado em 08/06/2005