Correição Geral Ordinária chega a Feijó e Tarauacá

O Corregedor-Geral da Justiça, Desembargador Arquilau de Castro Melo, está na região de Feijó e Tarauacá, onde coordena a 2ª etapa da Correição geral Ordinária (a primeira foi realizada em julho) nas Comarcas do Vale do Juruá. O trabalho foi iniciado no dia 21 de agosto na 1ª Vara Cível da Comarca de Cruzeiro do Sul e será concluída no dia 21 de setembro na Serventias Extrajudiciais da Comarca de Jordão. Além de Cruzeiro do Sul e Jordão, também estão passando por Correição Geral as Varas (Criminais, Cíveis e Varas Únicas), Serventias Extrajudiciais e Juizados Especiais Criminais e Cíveis) de Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, e agora Feijó e Tarauacá. No inicio de agosto, a Corregedoria-Geral da Justiça concluiu nesta semana a 1ª etapa da Correição geral Ordinária na região do Vale do Acre, nos municípios Brasiléia, Epitaciolândia, Assis Brasil e Xapuri. Todo o trabalho de correição está sendo acompanhado diretamente pelo Corregedor-geral da Justiça, desembargador Arquilau de Castro Melo. Para realização da Correição Geral Ordinária, os juizes devem realizar diligências objetivando o recolhimento de todos os processos que, porventura, se encontrarem em poder dos advogados e, ou, do Ministério Público. Além disso, de acordo com a portaria que disciplinou o funcionamento da correição, os juizes devem “efetuar a organização das respectivas escrivanias, para facilitar o trabalho da Correição, de modo a ordenar os processos em andamento em número de 50 (cinqüenta), separados por tipo de procedimento, se voluntário ou contencioso, seguindo o número de autuação, e devidamente agrupados, assim como colocar à disposição do Corregedor Geral, registros, papéis, livros e os processos arquivados, enfim, todos os documentos inerentes às Varas, suspender os prazos processuais, que serão restituídos após o término da Correição Geral, afastando qualquer prejuízo às partes”. O desembargador Arquilau Melo considera o trabalho de correição nas comarcas do interior de extrema importância para um melhor funcionamento da justiça e, principalmente, para dar celeridade aos trabalho e atendimento de qualidade ao cidadão.

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Fonte: Publicado em 29/08/2006