CNJ divulga novo filme institucional do programa Começar de Novo

 Desde a última sexta-feira (23) está sendo divulgado um novo vídeo institucional do programa “Começar de Novo”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), que visa a ressocialização de presos egressos do sistema penitenciário.

O material, veiculado por emissoras de televisão, mostra o dia especial de João, um garoto que brinca de atirar pedras no boneco de um homem que ele não conhece. A mensagem se refere à malhação do Judas – tradição popular praticada na Semana Santa – e demonstra que “atitudes sem pensar não levam a nada”.

O vídeo pede para a sociedade evitar o preconceito e proporcionar uma segunda chance a quem já pagou pelo que fez. O apelo faz parte da iniciativa do Conselho e do STF de tentar sensibilizar a sociedade para a reinserção dos presos no mercado de trabalho.

A intenção é estimular as emissoras de rádio e televisão a retransmitir as mensagens institucionais do programa “Começar de Novo”. Os interessados na divulgação podem ter acesso ao material no link Programas/Começar de Novo no portal eletrônico www.cnj.jus.br.

Atualmente, a campanha conta com o apoio da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), que se comprometeu a enviar os spots e VTs da campanha para as 2,6 mil emissoras de rádio e 300 de TV associadas. A primeira etapa da divulgação foi realizada entre o final de dezembro e início de janeiro.

Em mensagem gravada para o Programa, o Ministro Gilmar Mendes, Presidente do CNJ e do STF, pediu ajuda de advogados, empresários, gestores do setor público e dos comunicadores de todo o Brasil. Segundo o Ministro, “o apoio pode ser dado tanto na divulgação quanto nas ações do dia-a-dia”. Na mensagem, Mendes ressalta que “não existe Justiça quando alguém já pagou o que deve e mesmo assim continua punido numa clara violação dos direitos humanos. Infelizmente isso acontece de forma sistemática em nosso país”, disse.

Confira aqui mais informações sobre o Programa Começar de Novo e a campanha de divulgação. 

(Com informações da Agência CNJ).

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Fonte: Atualizado em 05/06/2015