Tribunal do Júri: após serem ouvidas as testemunhas, os acusados do “caso baiano” são interrogados

O julgamento do chamado “caso baiano”, também conhecido como ‘crime da motosserra”, iniciado às 8h ontem (21) recomeçou na manhã desta terça-feira (22) no Fórum Barão do Rio Branco, no centro da Capital acreana.

No primeiro dia dos trabalhos, 15 das 27 testemunhas intimadas prestaram depoimento. Finalizada essa parte, o Juiz Leandro Gross, que conduz o julgamento, começou o interrogatório dos acusados. O primeiro a ser ouvido foi o ex-deputado e coronel reformado da Polícia Militar Hildebrando Pascoal Nogueira Neto, oportunidade em que ele pediu ao Juiz para fazer sua própria defesa. O acusado falou por mais de quatro horas, até que o júri foi suspenso por volta das 22h.


 

Nesta manhã (22) a sessão plenária foi retomada e por mais duas horas o acusado realizou sua autodefesa, tentando convencer os jurados da sua inocência quanto aos fatos narrados na acusação do Ministério Público. Hildebrando Pascoal afirmou que não conhecia “Baiano”, e disse ser vítima de uma armação por parte de seus adversários políticos.

Encerrada sua explanação, o Juiz passou à fase de interrogatório do acusado, que se encerrou por volta das 13h. O réu negou a acusação de haver assassinado Agilson Firmino dos Santos, o “Baiano”, e imputou o crime a Alípio Ferreira, já falecido, que também respondia ao mesmo processo.

Após a pausa para o almoço, o Juiz procedeu ao interrogatório dos outros dois réus submetidos a este júri pelo “crime da motosserra”: Adão Libório de Albuquerque e Alex Ferreira Barros. Até às 16h30 Leandro Gross espera concluir a fase de interrogatórios.

A expectativa é que o julgamento se encerre na madrugada ou na manhã desta a quarta-feira (23).

Veja a galeria de imagens da sessão de julgamento.

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Assessoria | Comunicação TJAC

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