Programa Justiça Comunitária realiza atendimento a famílias desabrigadas no Parque de Exposição

Quem vai ao Parque de Exposição Marechal Castelo Branco encontra um verdadeiro cenário de desolação. Pelo menos 400 famílias estão abrigadas no local devido às alagações.

São mais de 1.600 pessoas desalojadas, sendo que a maioria delas perdeu bens, como móveis e utensílios domésticos.

Para aplacar o sofrimento e amparar os desabrigados, o Programa Justiça Comunitária está atendendo as vítimas da enchente desde o último sábado (16). São orientações jurídicas, encaminhamentos aos setores competentes e solução de pequenos conflitos.

Em apenas quatro dias, já foram realizados 110 atendimentos, 41 apenas na terça-feira (19). Os agentes comunitários vão até as barracas onde estão abrigadas as famílias, bem como as recebem em um posto de atendimento.

“Identificamos a necessidade de acompanhar essas pessoas porque os nossos atendimentos ocorrem justamente nos bairros que sofreram a alagação. Então viemos para o Parque de Exposição para levar cidadania e evitar a interrupção da prestação dos serviços”, explicou a Juíza de Direito Mirla Cutrim, Executora do Programa.

A magistrada também ressaltou a necessidade de os agentes do Justiça Comunitária fazerem parte do cotidiano das comunidades, inclusive em momentos ruins como este. “Temos orientado os agentes a se integrarem no dia-dia das comunidades e trabalharem na perspectiva de conscientizarem a população de que pode, de fato, contar conosco, pois estamos próximos para recebê-la e ajudá-la”, completou.

A agente comunitária Jorcilene Santos falou da satisfação de receber os reclamos da comunidade. “É muito gratificante prestar nossos serviços a essas pessoas, principalmente agora que se encontram em uma situação tão precária e difícil. Percebemos que a população se sente mais acolhida, e confia mais na Justiça”, ressaltou.

 

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Assessoria | Comunicação TJAC

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