Servidores que integram força-tarefa de implementação do SEEU são recebidos pelo presidente do STJ

Os três servidores do Acre compõem um grupo de 23 pessoas de tribunais de sete estados. Nesta fase, eles trabalham na implementação remota do sistema em seis tribunais

Uma força-tarefa foi constituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), para atuar na implementação do Sistema Unificado de Execução Penal (SEEU), e três servidores do Poder Judiciário do Acre atuam nessa missão. O grupo foi recebido semana passada pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins.

Warle Castelo da Rocha e Paulo Wilker Oliveira Pereira, ambos da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas (VEPMA), e Marcelo Rodrigues da Silva, da Vara de Execução Penais (VEP), juntos ao juiz Oswaldo Soares Neto, do Tribunal de Justiça do Paraná – um dos coordenadores da força-tarefa – e mais 20 servidores de diferentes dos Tribunais de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Goiás, Sergipe e Rondônia, cumprem agenda em Brasília para mais uma etapa do trabalho.

A agenda com o ministro foi um gesto simbólico de agradecimento pelos esforços da equipe, que se empenha fortemente para realizar o trabalho. Nesta etapa eles atuam na implementação remota do sistema em seis tribunais: Superior Tribunal Militar, Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Tribunal de Justiça de Pernambuco, Tribunal de Justiça do Amazonas, Tribunal de Justiça do Ceará e Tribunal de Justiça do Tocantins.

A ação faz parte de uma série de iniciativas para cumprir a Resolução 304/2019 do CNJ e efetivar o SEEU em todos os tribunais do país.

“Esta é uma administração sempre focada em prestar o melhor serviço público. No STJ, colocamos o cidadão em primeiro lugar. Por isso, digo que o presidente da casa é apenas um inquilino do poder, o proprietário do poder é o cidadão”, afirmou o ministro.

O ministro Humberto Martins destacou ainda que o STJ tem foco claro na produtividade em prol da cidadania brasileira, em um esforço que envolve todos os servidores e ministros da casa. 

*Com informações do CNJ

Andréa Zílio | Comunicação TJAC