Em menos de três meses, 5.446 inquéritos policiais dos casos de violência doméstica são virtualizados

Sobre o expressivo número, coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJAC destaca o valor da parceria institucional.

Sensação de dever cumprido e expressões de muita alegria traduziram, no final da manhã desta terça-feira, 2, a conclusão dos trabalhos de virtualização dos inquéritos policiais dos casos de violência doméstica da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Rio Branco.

Em menos de três meses, nada menos de 5.446 inquéritos foram virtualizados, por uma equipe composta por servidores da Justiça do Acre, da DEAM, do Instituto de Assistência e Inclusão Social (IAIS) do Estado, e policiais da Assessoria Militar do TJAC (Asmil).

Ao final dos trabalhos, a coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Acreano, desembargadora Eva Evangelista, destacou o valor da parceria institucional, apontando que o esforço e a dedicação de todos transformaram a equipe “em um corpo único”, ao comparar o trabalho realizado com uma caminhada difícil, mas de extrema importância, principalmente para as vítimas.

No mesmo diapasão, os juízes-auxiliares da Presidência do TJAC e da Corregedoria-Geral da Justiça, respectivamente, Andrea Brito e Leandro Gross, atribuíram o êxito dos trabalhos à integração de esforços de todos os envolvidos. Para os magistrados, a ação é digna de homenagens.

Do desfecho dos trabalhos também estiveram presentes a delegada titular da DEAM, Juliana D´Angelis, que destacou “os frutos maravilhosos que a ação vai render”, a diretora de Políticas Públicas para Mulheres, Isnailda Gondim, da Secretaria de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas Públicas para as Mulheres (SEASDHM), o diretor de Gestão Estratégica do TJAC, Euclides Bastos, e o coordenador do Núcleo de Estatística e Gestão Estratégica (NUEGE) do Poder Judiciário Acreano, Célio Rodrigues.

Trabalha planejado

Realizado em uma das salas da Escola do Poder Judiciário (Esjud), o trabalho foi executado por meio de uma linha de montagem, dividida em três grupos: os que faziam a higienização dos inquéritos, retirando grampos, clipes e sujeiras que os documentos continham; os que virtualizaram os papeis; e, por fim, a equipe que cadastrou os inquéritos no sistema.

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Fonte: Diretor da DIINS Atualizado em 03/07/2019