Coordenadoria da Infância e Juventude reúne voluntários no planejamento do projeto Cidadania e Justiça na Escola

O lançamento da edição 2026 e cronograma de atividades está sendo organizado para a continuidade das atividades educativas

A Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinj) do Tribunal de Justiça do Acre realizou videoconferência para o planejamento da edição 2026 do projeto Cidadania e Justiça na Escola. O alinhamento envolveu as juízas e juízes voluntários que atuarão nas palestras em todo o estado acreano.

Cidadania e Justiça na Escola tem o objetivo de formar cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres. As palestras possuem duração máxima de 50 minutos e após a atividade é fomentada a participação das alunas e alunos no concurso de redação, em que é feita uma premiação com tablets aos vencedores no final do ano.

A coordenadora da Coinj, desembargadora Regina Ferrari, incentivou a abordagem de temas interdisciplinares e assim compartilhou sua experiência em sempre falar sobre os atos de gentileza e buscar interações com os estudantes, o que torna a experiência mais enriquecedora.

De igual modo, o juiz Jorge Luiz, que está respondendo pela Vara da Infância e Juventude, confirmou sua disponibilidade para continuar colaborando com a iniciativa. Em 2025, palestrou em escolas de Brasiléia e Epitaciolândia e ele expressou que a iniciativa revigora o ânimo do trabalho jurisdicional.

As juízas Louise Santana e Isabelle Sacramento mencionaram que em algumas turmas e unidades escolares foram descritos problemas relacionados ao bullying. Nesse sentido, a coordenadora do Coinj direcionou que o projeto ECA na Escola possui palestra específica sobre o tema, que é ministrada pela pedagoga Alessandra Pinheiro, então assim as atividades educativas se complementam.

Além da linguagem simples, o juiz Cloves Ferreira sugeriu formas de apresentar o QR Code para acesso à cartilha digital do projeto e a juíza Natália Maia propôs o compartilhamento com as redes já utilizadas pela comunidade. O juiz Bruno Perrota propôs que uma ação também fosse levada ao Instituto Socioeducativo, fortalecendo o direito à educação desse público.

Miriane Teles | Comunicação TJAC