“Compartilhe amor” é a mensagem institucional do TJAC para adoção

A campanha apresenta como a adoção é um gesto de amor necessário nos tempos atuais.

Nesta sexta-feira, 24, véspera do Dia Nacional de Adoção, o Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC) chama atenção ao tema com o lançamento de sua campanha institucional. Os produtos comunicativos foram apresentados aos servidores e à imprensa, em ato realizado na sede do TJAC. O tema é: Compartilhe amor. Adote!

   

 

Essa é a primeira edição da campanha, que está sendo liderada pela Coordenadoria da Infância e Juventude. Entretanto, os vários protagonistas e instituições que compõem a Rede de Proteção integram a mobilização.

Desta forma, o spot, vídeo e panfletos, produzidos pela Diretoria de Informação Institucional (DIINS) do Tribunal de Justiça, devem alcançar todo o Estado. O spot de rádio fala sobre a Adoção Tardia, debatendo sobre o interessante de adotantes em recém-nascidos. Desde o início do mês, o áudio está sendo veiculado em rádios públicas. O apelo foi feito com vozes infantis, com a mensagem sobre crianças que precisam de famílias.

Já o vídeo está disponível nas redes sociais oficiais do TJAC. Ele conta a história de adoção de Jorge. A mãe, Natécia Santos, testemunhou no evento sobre sua felicidade e emocionou todo o público com a história, que se concretizou com o deferimento da Justiça Acreana. Conheça a história aqui.

O desembargador-presidente Francisco Djalma enfatizou o apoio de sua gestão e de sua equipe na priorização dos vulneráveis. Simbolicamente, fez a entrega oficial do material gráfico ao Crispim Saraiva, coordenador municipal do Serviço de Acolhimento Familiar.

Além disso, a gestão atual reforçou a mensagem de atenção aos servidores, porque no mesmo evento comemorou-se o dia das mães da instituição. Por isso houve apresentação do coral da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e uma feira com variedades para o entretenimento das mamães.

Ainda ressaltando o sentimento maternal, a desembargadora Regina Ferrari, coordenadora estadual da infância e juventude, discursou sobre as memórias infantis. “O aconchego do sofá, a alegria da comida da mãe, a bagunça no quintal. Memórias que são tão corriqueiras e inocentes, mas quando somos adultos sabemos que são as mais importantes”, destacou.

Então, relacionou esse afeto à situação das crianças que estão nos abrigos: “elas não tem dia das mães, dia dos pais, não são lembradas, não tem ligações e tudo isso que é tão valoroso para nós, falta a elas”, sensibilizou.

O cadastramento de padrinhos foi o último tópico apresentado. Para que pessoas interessadas em brincar com as crianças, visita-las ou dar apoio material, seja padrinho e faça a diferença na vida dos infantes.

Assessoria | Comunicação TJAC