Desembargadora Eva Evangelista é homenageada pela Câmara Municipal de São Paulo

Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem) recebeu honraria Título Salva de Prata Pessoa Jurídica.

A desembargadora Eva Evangelista foi homenageada durante Sessão Solene da Câmara Municipal de São Paulo, a qual lhe destinou diploma e medalha por sua contribuição à difusão do conhecimento. O Título Salva de Prata Pessoa Jurídica foi entregue ao Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem).

A decana da Corte de Justiça Acreana foi membro-fundadora do Colégio, tendo ocupado o cargo de diretora da então Escola Superior da Magistratura do Acre (Esmac) em várias ocasiões (1993-1995, 2003-2005, 2005-2007, 2009-2011, e 2011 a 2013).

A distinção foi conferida a 81 dirigentes de todos os estados e do Distrito Federal, e teve materializada a memória de um dos maiores ícones da categoria, que faleceu recentemente, o desembargador Antonio Rulli Júnior.

O desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) era presidente do Copedem quando morreu em janeiro deste ano.

A honraria foi proposta pelo vereador Caio Carneiro (PSB), que dirigiu a cerimônia num Plenário 1º de Maio lotado. Havia diversos representantes de instituições e não pequeno número de autoridades.

 

A sessão destinou ao Copedem, que teve Rulli como um dos fundadores e presidente, a mais alta honraria da Câmara Municipal de São Paulo – a Salva de Prata–, além de diplomas a dirigentes. A desembargadora Suely Rulli, viúva do dirigente, recebeu a homenagem, momento muito aplaudido pelos presentes.

“Se hoje até a magistratura sofre ataques, é porque a sociedade quer mudança. E se há uma carreira que está ajudando o Brasil, juntamente com os advogados, é a magistratura, para conseguir fazer as mudanças sem rupturas, sem interromper a democracia”, afirmou o vereador Carneiro.

Já o presidente do Copedem, do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) e da Escola Superior da Magistratura local, Marco Villas Boas, assinalou o “sentimento de progresso” que conduzia Antonio Rulli. “A partir de São Paulo ele pensava a disseminação deste saber, a ponto de a certa altura ele dizer que ‘não há mais escolas com baixa qualidade, está cada uma melhor do que a outra’”.

A mesa do evento, da qual Villas Boas fez parte, foi composta ainda pelo secretário de Estado da Cidadania, procurador Márcio Rosa, representando o governador Alckmin; e os desembargadores  Francisco Loureiro, vice-diretor da Escola Superior da Magistratura, pelo desembargador Manoel Calças, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo; desembargador aposentado Nelson Calandra, e Fernando Bartoletti, presidente da Associação Paulista de Magistrados.

(Com informações do Copedem)

Assessoria | Comunicação TJAC