TJAC encerra oficinas do Mapa de Valor para o Planejamento Estratégico 2027-2032

A capacidade de pensar e construir novas reflexões revigora a busca por soluções inovadoras no atendimento às reais necessidades da sociedade

Nesta sexta-feira, 18, encerrou-se o ciclo de oficinas focadas no Mapa de Valor que integra o Planejamento Estratégico do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) para o ciclo 2027-2032. Essa etapa promoveu reflexões específicas sobre a prestação jurisdicional, a partir da perspectiva dos usuários, a sociedade, do ecossistema público e sistema de Justiça.

Mais uma vez, o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, liderou o encontro administrativo. Os sucessivos momentos de escuta, diagnóstico e contribuições vão subsidiar as bases do plano estratégico da instituição. “Repensar como caminhamos até aqui e como vamos ser vistos em termo de valores institucionais é de grande importância. Não existimos para nós mesmos, nós existimos para servir a sociedade. Então, ponderar sobre como a gente entrega atendimento e serviços para o cidadão é fundamental, assim como é fundamental questionar sobre onde podemos construir soluções melhores”, afirmou o presidente.

Em seu livro “Por que fazemos o que fazemos?”, o filósofo Mário Cortella explicou que a palavra ‘trabalho’ vem do latim tripalium, um instrumento de tortura. As páginas que se sucedem desenvolvem uma linha de raciocínio sobre o trabalho ser como uma obra e não, uma punição. O trabalho possuir um propósito, para além de uma visão romantizada sobre vocação.  “Propósito não é algo que se encontra pronto, é algo que se constrói naquilo que se faz”, sendo manifestado na forma como se lida com compromissos, responsabilidades e escolhas cotidianas.

Assim, é possível conectar essa filosofia de trabalho com a essência do Mapa de Valor. Hoje, por exemplo, a vice-presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, compartilhou sobre a realidade dos municípios. O corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, enumerou questões do atendimento. Todos os desafios elencados – feedback, celeridade, burocracias, indisponibilidade de sistemas e reclamações – precisam ser enfrentados, para que a jornada se aperfeiçoe na entrega de valor.

A atividade foi coordenada pelo Núcleo Estratégico do Planejamento Estratégico Institucional 2027-2032 e conduzida por uma consultoria, que levaram os participantes dos núcleos, assessorias, auditoria interna e secretarias na missão cartográfica de delinear tarefas, medir com o compasso as dores e aliviadores, bem como traçar as fronteiras de ganhos.

Ao final, o canva tinha que a integridade, transparência, accountability, articulação, celeridade, eficiência e acolhimento permanecem como atributos priorizados pelo Poder Judiciário.

Miriane Teles | Comunicação TJAC

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