Esjud capacita colaboradores terceirizados com oficina “Reciclagem de Papel e Compostagem”

Escola contribui para a preservação do meio ambiente e à melhoria da gestão de resíduos na Instituição

Em alusão ao mês do Meio Ambiente (junho), a Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) capacitou nesta sexta-feira, 19, dezenas de colaboradores(as) terceirizados(as) com a oficina “Reciclagem de Papel e Compostagem”. A atividade complementa a palestra “Da Coleta ao Descarte: Como Garantir a Sustentabilidade na Prática”, realizada na semana passada.

O objetivo da agenda foi sensibilizar e orientar os(as) profissionais  que atuam no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) sobre os resíduos sólidos, promovendo o entendimento de que a coleta seletiva só é eficaz quando acompanhada por práticas conscientes de descarte. Nesse sentido, a Escola contribui para a preservação do meio ambiente e à melhoria da gestão de resíduos na Instituição.

 

 

Opinião de quem participou

Colaboradoras e colaboradores participaram de práticas de reciclagem de papel e compostagem, sob o entendimento de que o conhecimento recém-apreendido pode ser aplicado em ações concretas.

“É algo necessário, temos de aprender a fazer a correta separação e destinação dos resíduos sólidos, como embalagens, vidros, plásticos, papéis, etc.”, declarou Raimunda Nonata, que trabalha na sede do TJAC.

A colaboradora frisou que já realiza em sua residência trabalhos de compostagem – que é o processo natural de reciclagem de resíduos, que são transformados em um adubo rico em nutrientes. “Depois que comecei a compostagem em casa, as plantas ficaram muito mais verdes, bonitas, cresceram bastante”, finalizou.

A oficina foi conduzida por Eliana Vasconcelos, Antonia Viviane e Sebastião de Jesus, servidores da Escola de Educação Ambiental do Horto Florestal, um espaço de conscientização ecológica ligado à Prefeitura de Rio Branco.

Ao colocarem as mãos em elementos simples do dia a dia, muitas vezes até desprezados, os trabalhadores deram forma a novos materiais úteis, como fez Aílton Santos. “Experiência muito boa, bastante positiva, o lixo que produzimos vai para os rios, prejudica até a água que tomamos. Também entope esgotos, gera doenças, acaba com a natureza. Por isso, precisamos transformá-lo em alguma coisa, algo de valor, e é isso que aprendemos hoje”, disse.

 

 

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Marcos Alexandre/Esjud | Comunicação TJAC