Primeira edição de 2026 do Colo de Amor beneficiou mais de 40 meninas e meninos; programação contou com atividades recreativas, escorregador inflável e distribuição de ovos de chocolate
Em celebração à Páscoa, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinj), realizou a primeira edição de2026 do projeto Colo de Amor. A ação é voltada às crianças acolhidas pelo Educandário Santa Margarida. A programação ocorreu na manhã deste sábado, 4, na sede da unidade de acolhimento, em Rio Branco.
A iniciativa beneficiou mais de 40 meninas e meninos e tem como objetivo promover momentos de descontração e lazer às crianças em situação de vulnerabilidade. Durante o dia, eles são estimulados a desenvolver a imaginação e o convívio por meio de atividades recreativas e lúdicas, além de receberem carinho e atenção dos voluntários do projeto.
Outro benefício trazido é a humanização. Com o Colo de Amor, juízas e juízes do Judiciário acreano podem superar a visão apenas documental do processo. A iniciativa permite que os magistrados aperfeiçoem suas decisões ao valorizar a empatia e a escuta ativa. Ou seja, esse momento posteriormente resulta em julgamentos mais qualificados.
A programação contou com brincadeiras, escorregador inflável e um almoço especial, além da distribuição de ovos de Páscoa. O projeto é um dos contemplados pelos valores angariados no Bazar Chique é Solidário, ação anual do TJAC para arrecadar recursos destinados a iniciativas locais de acolhimento e proteção a crianças e adolescentes.
A juíza da 1ª Vara Criminal de Rio Branco e integrante da Coinj, Isabelle Sacramento, destacou a importância do projeto: “Traz carinho, colo e aconchego pra essas crianças que estão aqui há tanto tempo”. Ela também falou sobre o significado de promover a primeira edição na Páscoa. “A data é importante pela necessidade de trazer uma nova esperança para o coração dessas crianças”, afirmou.
Para a magistrada, o projeto tem ainda outro objetivo: demonstrar efetivamente o compromisso do TJAC com as crianças e adolescentes do estado. “É olhar pra essas crianças que estão aqui dentro pra que elas não virem só processo, mas que criem rostos pra gente [juízas e juízes] vermos e acompanharmos de forma mais efetiva. Acho que é nesse sentido de agente concretizar o que tá no processo”, concluiu.









