Plantando Futuro prevê plantio de 7 mil árvores em 2026; ação busca recuperar áreas degradadas e mitigar efeitos das mudanças climáticas
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus), segue com as ações do projeto Plantando Futuro. Nesta quarta-feira, 1º, teve início a etapa de plantio das mudas. As equipes atuam em dois pontos: em uma área de mata ciliar no bairro Jardim Europa, em Rio Branco, e no Bosque da Justiça, Área de Proteção Ambiental (APA).
A iniciativa tem o objetivo de ampliar a cobertura verde em áreas degradadas em todo o estado, mitigar os efeitos das mudanças climáticas e promover justiça ambiental. A meta é que, até o final de 2026, o TJAC plante sete mil mudas em diferentes pontos da capital e de municípios adjacentes. Entre os principais objetivos do projeto está a recomposição da flora amazônica em áreas degradadas.
Conforme o acordo de cooperação firmado entre o TJAC e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), os locais selecionados recebem mudas de espécies como ipê, samaúma, tauari, uxi, jucá e outras árvores frutíferas. Todas apresentam alto potencial de sequestro de carbono e importantes características que combatem a erosão do solo.

Até 2030, a iniciativa pretende alcançar seu principal objetivo: o plantio de 15 mil árvores. Também busca melhorar os índices de arborização em ambientes urbanos, contribuir para o equilíbrio do clima e para a qualidade de vida da população, bem como compensar as emissões de carbono e de gases de efeito estufa associadas às atividades do Poder Judiciário.
Além disso, o TJAC prevê a ampliação das atividades de conscientização ambiental. A expectativa é fortalecer a relação entre os profissionais do Judiciário, instituições parceiras e a comunidade com o meio ambiente. A iniciativa incentiva práticas sustentáveis e amplia a conscientização sobre a atual crise climática.
O projeto Plantando Futuro integra o Plano de Logística Sustentável (PLS) do TJAC e está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), além das Resoluções n.º 400/2021 e n.º 594/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orientam políticas de sustentabilidade no Poder Judiciário.




Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC