Escola do Poder Judiciário do Acre capacita sobre o “Futuro com Tecnologias Inteligentes”

Objetivo foi compreender e explorar as oportunidades para promover uma administração judiciária mais eficiente e acessível

A Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) promoveu nesta quinta-feira, 28, a palestra “Construindo o Futuro com Tecnologias Inteligentes”. Concorrida, a atividade reuniu centenas de profissionais de Rio Branco e das comarcas do interior do Estado para refletir e debater o tema, dos mais relevantes na atualidade.

O objetivo do encontro foi compreender e explorar as oportunidades para se promover uma administração judiciária mais eficiente e acessível, alinhada às demandas e desafios do futuro.

O desembargador Luís Camolez fez a abertura do evento, destacando sua necessidade. “É fundamental promover atividades educacionais como esta de hoje, para que magistrados(as) e servidores(as) estejam preparados para assimilar as implicações dessas tecnologias, identificar seu potencial de aplicação prática e tomar decisões estratégicas informadas”, afirmou.

De acordo com o diretor da Esjud, as inovações proporcionam oportunidades concretas para “aprimorar a gestão processual, otimizar recursos, fortalecer a transparência e ampliar o acesso à justiça”.

A palestra

Conduzida por Domingo Montanaro, um dos maiores especialistas do Brasil em perícias digitais de alta complexidade, a palestra teve o seu ponto alto na interação.

Além das pessoas que participaram presencialmente no auditório da Esjud; outras centenas, de diversas comarcas do Estado, integraram a ação educacional pelo Google Meet.

Domingo Montanaro alertou que, hoje em dia, “os crimes cibernéticos são piores do que o tráfico de drogas”; “movimentam na casa de trilhões de dólares”, frisou.

Com experiências dos Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos, o professor também abordou a Inteligência Artificial,  a automação de processos, a análise de dados, o vazamento de dados, etc. Conforme Montanaro, as tecnologias inteligentes têm transformado significativamente a forma como instituições públicas operam e prestam serviços à sociedade.

A respeito da gestão de riscos na área de Tecnologia da Informação, o CEO da Ventura Enterprise Risk Management defendeu que todos os atores da organização, a exemplo do Poder Judiciário, têm de adotar a mesma conduta, em uma responsabilidade coletiva. “Isso vai desde a pessoa cuidar diretamente da proteção da rede, da segurança dos dados, até um funcionário que encontra um pen drive e, de maneira inadvertida, o insere na porta de um computador”, explicou.

Ao final da atividade, os(as) cursistas fizeram perguntas, tiraram dúvidas e contribuíram com comentários.

Texto e fotos: Marcos Alexandre | Comunicação TJAC

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