TJAC investe na contratação e capacitação de novos estagiários de nível superior

A Escola do Poder Judiciário (Esjud) realiza nessas segunda e terça-feira (17 e 18) um ciclo de palestras voltado para promover a ambientação e a capacitação dos 47 novos estagiários de nível superior convocados recentemente pelo Tribunal de Justiça do Acre para atuação no âmbito da Comarca de Rio Branco.

 

Durante a atividade, que teve duração de 8 horas-aula, foram apresentados aos estagiários a missão, visão e valores institucionais do Poder Judiciário, além de conhecimentos básicos e essenciais para atuação nas unidades de trabalho.

As palestras tiveram como temas “A história do Judiciário Acreano”, “Relações interpessoais e Ética”, “Estrutura e funcionamento do Poder Judiciário’, “Atendimento ao Público” e a “Importância da Ouvidoria”.

 

Os conteúdos foram ministrados pelos servidores e facilitadores do TJAC Maria Goreth, Ana Cunha, Marcos Vitorino, Alexandre Bonfim e Rosângela Nunes, que se utilizaram de recursos pedagógicos, como aulas expositivas e interativas, apresentação de audiovisuais e filmes, dentre outros.

Investimentos

A administração do TJAC tem realizado significativos investimentos em sua área de pessoal, por meio da contratação de novos servidores e, não menos importante, de estagiários.

Diversos processos seletivos têm sido lançados com esse propósito, além dos cursos de capacitação, qualificação e aperfeiçoamento que são oferecidos.

Como novos estagiários, haverá um fortalecimento, sobretudo, das equipes das unidades judiciárias, de modo que se possa oferecer aos cidadãos uma melhor prestação dos serviços.

Além disso, o Tribunal está colocando em prática a sua Política de Priorização do Primeiro Grau de Jurisdição, para fomentar um julgamento mais rápido e eficiente dos processos e um melhor atendimento à população.

Avaliação

Ao final, os novos estagiários participaram de uma avaliação formativa a partir de instrumentos de verificação propostos no decorrer das aulas. Foram exigidas assiduidade, pontualidade e participação das aulas.

A ideia é que, a partir dos conhecimentos adquiridos, os participantes possam desenvolver uma autoanálise crítica de sua conduta no ambiente de trabalho, com potencial para autoavaliação de suas ações.

Para a estagiária do curso de Direito Ana Valéria Oliveira, a atividade é válida uma vez que, dentre outros assuntos, apresenta as maneiras mais adequadas de lidar com o público no dia a dia das unidades, levando ainda em conta as peculiaridades dos serviços prestados pelo Judiciário.

“Eu acho isso muito importante porque é algo essencial, tanto para manter o bom convívio com as outras pessoas e o público em geral quanto para manter um bom ambiente de trabalho. Geralmente as pessoas chegam ao Judiciário com muitos problemas, então nós temos que aprender a lidar com isso também”, disse.

Sobre o estágio

O estágio oferecido tem duração máxima de dois anos – exceto no caso de portadores de deficiência (que podem ficar até a conclusão do curso) – e pode ser rescindido a qualquer momento, por qualquer uma das partes, mediante comunicação por escrito.

A jornada de trabalho é de quatro horas diárias, ou seja, 20 horas semanais.

É assegurada aos estagiários bolsa-auxílio no valor de um salário mínimo, mais auxílio transporte, além da redução da jornada de trabalho pela metade nos dias de avaliação, desde que devidamente comprovado pela Instituição de Ensino Superior (IES).

Os estagiários também têm direito de acesso à Gerência de Qualidade de Vida dos Servidores (Gevid) do Poder Judiciário, com a livre utilização dos serviços ali prestados, como atendimento médico-odontológico, psicológico e fisioterapêutico.

As convocações atendem também as orientações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para dotação de pessoal, além da Política Nacional de Priorização do Primeiro Grau de Jurisdição, estabelecida como diretriz prioritária do Poder Judiciário.

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Fonte: Atualizado em 17/06/2015