14ª Edição do Mais Arte apresenta “Cores do Acre”, do fotógrafo Edison Caetano

O Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Pedro Ranzi, conduziu nessa terça-feira (31), no Palácio da Justiça, no Centro de Rio Branco, a abertura da 14ª edição do Projeto Mais Arte, que apresenta a exposição fotográfica “Cores do Acre”, do fotógrafo Edison Caetano.

Ao declarar aberta a exposição, o Desembargador-Presidente ressaltou a força da arte como emblema do povo acreano. “Vejo que esse trabalho representa a pujança da história e principalmente da cultura do povo do Acre. O Projeto Mais Arte é uma forma de valorizar talentos muitas vezes escondidos no anonimato. O trabalho do senhor Edison Caetano abrilhanta ainda mais o Palácio da Justiça, reforçando nossa sensibilidade para a produção dos artistas locais e nossa preocupação de fomentar o acesso do povo acreano aos bens culturais”, afirmou Pedro Ranzi.

Edison Caetano agradeceu pela oportunidade de expor seus trabalhos no Judiciário Acreano. “Quero muito agradecer ao senhor presidente por essa oportunidade. Tenho uma dívida de gratidão com o Acre, que me recebeu como um filho. Apesar de ser natural de outro Estado (Paraná), sempre fui muito recebido em todos os lugares onde estive aqui e hoje não é diferente. Sobre minha obra tenho a preocupação de me distanciar de uma conotação trágica e dramática, e sempre retratar o lado belo, mágico, colorido e vivo das paisagens e do povo do Acre”, destacou o fotógrafo.

São 27 fotografias que descortinam as paisagens, natureza, cores e peculiaridades do Acre, desde Rio Branco até Manoel Urbano. Edison Caetano começou a fotografar aos 14 anos, ajudando o seu pai e, aos 16, assumiu o estúdio da família. Mora no Acre desde 1982, onde trabalhou em jornais como O Rio Branco, para o qual cobriu o caso Chico Mendes.

Conquistou o primeiro prêmio Garibaldi Brasil de melhor reportagem, sobre a BR 364 – trecho Rio Branco/Cruzeiro do Sul. Ganhou os dois primeiros lugares do prêmio Listel, bem como o prêmio “Um olhar sobre a Amazônia”, promovido pela Rede Amazônica. Já expôs em Cascavel e (PR) no Salão Negro do Congresso Nacional, em Brasília.

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Fonte: Publicado em 01/09/2010