Encontro teve como objetivo fortalecer parcerias institucionais voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência intelectual e múltipla
O presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, recebeu nesta quinta-feira, 7, o presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Rio Branco (APAE), Lázaro Barbosa. O encontro teve como objetivo fortalecer parcerias institucionais voltadas ao atendimento de pessoas com deficiências intelectual e múltipla.
A APAE de Rio Branco desempenha um papel fundamental no acolhimento e acompanhamento de mais de 300 usuários, atendidos por meio de serviços como Atendimento Educacional Especializado (AEE) e Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de ações nas áreas de assistência social, saúde, reabilitação, inclusão e apoio às famílias.
Na ocasião, o desembargador-presidente reafirmou o compromisso do Judiciário acreano em manter e ampliar as parcerias já existentes com a instituição. Segundo ele, iniciativas dessa natureza fortalecem a rede de proteção social e contribuem diretamente para a promoção da dignidade e da inclusão.
“A APAE realiza um trabalho de grande relevância social e o Tribunal de Justiça está à disposição para contribuir, dentro das possibilidades institucionais, com ações que fortaleçam esse atendimento tão importante para as famílias acreanas”, destacou o desembargador-presidente.
O presidente da APAE agradeceu o apoio recebido e ressaltou a importância das parcerias para a continuidade dos serviços prestados pela entidade.
“As parcerias são fundamentais para que possamos continuar oferecendo atendimento de qualidade às pessoas assistidas pela APAE. Toda ajuda recebida representa mais dignidade, inclusão e oportunidades para os nossos usuários e suas famílias”, afirmou Lázaro Barbosa.
Durante a reunião, o representante da entidade também apresentou o atual cenário financeiro da instituição, que enfrenta dificuldades para a manutenção de suas atividades em razão da redução e do encerramento de importantes fontes de custeio.
Além do apoio financeiro por meio de penas pecuniárias, foi sugerida ainda a destinação de bens que não possuem mais utilidade para o Judiciário, mas que podem contribuir com a estrutura da APAE, como computadores, móveis de escritório, veículos e materiais apreendidos em operações.


Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC