Tribunal de Justiça do Acre aprimora gestão da informação na entrega jurisdicional

União de esforços de magistrados e servidores para obtenção do patamar de excelência exigido pelo CNJ foi abordado durante o Workshop Justiça em Números.

O Tribunal de Justiça do Acre caminha coeso com o firme propósito da obtenção do Selo Diamante, premiação máxima concedida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em reconhecimento aos tribunais que mais investem na excelência da gestão da informação na entrega da prestação jurisdicional.

Nesse sentido, a Administração do TJAC promoveu essa semana o Workshop Justiça em Números, por meio do qual o gerente de processos da Diretoria de Gestão Estratégica (Diges), economista Hélio Carvalho, detalhou a diretores, gerentes e assessores, os esforços realizados pela desembargadora-presidente Cezarinete Angelim no sentido de tornar o Judiciário Acreano cada vez mais transparente e eficiente na gestão da informação.

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A atividade aconteceu na Escola do Poder Judiciário Acreano (Esjud), onde semanalmente são realizadas reuniões de alinhamento institucional, prática adotada pela atual gestão no sentido de compartilhar entre as diretorias as ações do Plano de Gestão, alinhado ao Mapa Estratégico 2015/2020, que estão sendo executadas.

Na ocasião, a desembargadora-presidente Cezarinete Angelim manifestou sua grande satisfação diante o espirito aguerrido da equipe, que não tem poupado esforços para a obtenção do patamar de excelência na prestação de serviços, ressaltando ainda a importância do trabalho realizado por magistrados e servidores em gerir, organizar e disseminar ao máximo as informações relativas ao tribunal.

“O nosso tribunal converge, caminha para atingir esse tão almejado patamar de excelência, e a concretização desse projeto tão especial depende do empenho pessoal de cada um de nós”, ressaltou a presidente.

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Justiça em Números

O Selo foi criado em outubro de 2013 para fomentar a qualidade dos dados estatísticos do Judiciário, sobretudo referentes ao Relatório Justiça em Números. A proposta do CNJ é aprimorar a coleta e sistematização dos dados para garantir informações e indicadores confiáveis para a tomada de decisões no processo de planejamento e gestão estratégicos, além de aumentar o acesso público a esses dados.

A Portaria CNJ nº 56 de 27 de maio de 2016 define as novas regras para concessão do Selo Justiça em Números a partir do ano de 2016 e revoga as Portarias CNJ 186 de 17 de outubro de 2013 e 125 de 30 de setembro de 2015.

A honraria visa ao reconhecimento dos Tribunais que investem na excelência da produção, gestão, organização e disseminação de suas informações administrativas e processuais.

Além do requisito básico de encaminhamento adequado das informações ao CNJ, com atenção aos prazos e à consistência dos dados repassados, também serão avaliados outros itens, tais como nível de informatização do Tribunal, uso de relatórios estatísticos para o planejamento estratégico, responsabilidade sócio ambiental, qualidade de vida e atenção à saúde.

Selo Diamante

Desde o lançamento, o Tribunal de Justiça do Acre já participou de duas edições do Selo Justiça em Números, tendo sido agraciado nas categorias Bronze e Ouro, e agora caminhando para a obtenção do Selo Diamante. E não vai ser por falta de esforços que o TJAC vai deixar de galgar a honraria.

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As inscrições para a edição 2016 acontecem de 21 a 30 de setembro, com premiação agendada para o 10º Encontro do Poder Judiciário Nacional, que acontece no próximo mês de outubro, em Brasília (DF).

Transparência e publicidade

“É um projeto muito desafiador porque envolve o trabalho conjunto de todas as unidades, a coleta de informações e seu processamento, garantindo a transparência e a publicidade de informações confiáveis do Tribunal”, explica o gerente Hélio Carvalho.

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Segundo ele, a publicidade das informações geradas pelo Tribunal envolve várias vertentes, incluindo dados judiciais, da área de tecnologia, informações financeiras, relacionadas às praticas sociais, qualidade de vida de magistrados e servidores, e também a questão ambiental.

Durante sua explanação no Workshop Justiça em Números, Hélio frisou que não basta gerar essas informações internamente, elas devem ser públicas”.

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Fonte: Atualizado em 01/09/2016