TJAC promove encerramento da 4ª Edição do Projeto Cidadania e Justiça na Escola

Iniciativa tem alcançado êxito ao desenvolver nas crianças o conhecimento de direitos e deveres, a consciência cidadã e as relações de respeito e solidariedade.

No total, 13 escolas participantes, 21 magistrados colaboradores e, o principal, mais de mil alunos envolvidos. Os números por si mesmos dão o tom da relevância do Projeto Cidadania e Justiça na Escola, cuja 4ª Edição foi encerrada nesta segunda-feira (30). Mas foram as palavras da desembargadora Eva Evangelista, representando na ocasião a Presidência do Tribunal de Justiça no Acre, que sintetizaram o significado da iniciativa: “tratar o outro com consideração e respeito, precisamos nos reconciliar com o próximo e comemorar a vida. Que vocês sejam construtores de um mundo melhor, de um País melhor, e de um Estado melhor. Não percam jamais a esperança”, desejou aos pequeninos.

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Bastante concorrido, o evento aconteceu no auditório do Palácio da Justiça, Centro Cultural do Tribunal, e teve na mesa de honra, além da desembargadora, as presenças do desembargador Samoel Evangelista, diretor da Escola do Poder Judiciário (Esjud), do presidente da Associação dos Magistrados do Acre (Asmac), juiz de Direito Giordane Dourado; da juíza Ana Paula Saboya, coordenadora executiva do Projeto; do representante do Ministério Público Estadual, procurador de Justiça Cosmo de Souza; e do vice-prefeito secretário municipal de Educação, Márcio Batista, representando na ocasião o prefeito da Capital.

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Após a execução do Hino Nacional, executado em caráter especial pela Banda do 4º BIS, houve o pronunciamento das autoridades.

Segundo o diretor da Esjud, “os resultados se refletirão na vida das crianças”. “A ação produz em cada um de nós um prazer imensurável. Nosso objetivo maior é o aperfeiçoamento do caráter: cidadãos honestos”, ressaltou. Samoel Evangelista agradeceu a colaboração de todos e o apoio decisivo da Presidência do TJAC, na consecução do projeto.

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As autoridades que o seguiram, do mesmo modo elogiaram o trabalho da atual gestão, ratificando os frutos que o Cidadania e Justiça na Escola traz as crianças, famílias e o contexto social onde elas estão inseridas.

“O sucesso aqui alcançado se deve aos servidores da Esjud e da Assessoria de Comunicação do Tribunal, verdadeiros parceiros. Me sinto plenamente satisfeita e espero que vocês, crianças, façam as melhores escolhas, pois o seu destino só depende de vocês mesmas”, disse a juíza de Direito Ana Paula Saboya.

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Ao evento também compareceram os desembargadores Pedro Ranzi, Francisco Djalma, Regina Ferrari e Maria Penha, a juíza-auxiliar da Presidência, Mirla Regina, do diretor do Foro da Comarca de Rio Branco, juiz de Direito Lois Arruda, representantes de outras instituições e, não menos importantes, os diretores e professores das escolas participantes.

O presidente da Asmac parabenizou a todos quantos “se engajaram e abraçaram o projeto” e disse qual seria a principal lição a ser aprendida. “Solidariedade. Pensem nisso, sejam solidários, independentemente da profissão que venham a escolher. Contribuam com a sociedade e ajudem o próximo”, alertou.

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Para Márcio Batista, “a Magistratura demonstra percepção estratégica, demonstra estar preocupada com a questão social e tem o respeito da Prefeitura de Rio Branco”.

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Premiações

Após as falas, os colaboradores do Projeto e magistrados participantes receberam certificados pela contribuição para o êxito da iniciativa.

Também foi feita a certificação também de todas as Escolas municipais que integram a programação de atividades. Durante a ocasião, houve a entrega de medalhas aos alunos premiados no Concurso de Redação. Elas tiveram de elaborar uma redação com o tema “Cidadania e Justiça na Escola”.

Um dos grandes destaques foi a apresentação de três crianças, que cantaram um rap, de autoria própria, sobre os temas do projeto.

Além disso, os melhores desenhos, com a temática da 3ª Edição da Campanha pela Paz no Lar, foram de semelhante modo reconhecidos e premiados.

A banda do 4º BIS voltou a se apresentar, desta vez para a execução do Hino Acreano. As crianças-estudantes se apresentaram, desta vez com a música “A Paz”, que é o hino do projeto.

Em seguida, elas e as autoridades se dirigiram à escadaria do Palácio da Justiça, para o registro fotográfico que demarcou o encerramento oficial do projeto.

O Projeto

O Cidadania e Justiça na Escola está vinculado ao programa “Justiça e Cidadania Também se Aprendem na Escola”, criado e implementado nacionalmente pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e tem por objetivo a conscientização de crianças sobre democracia, direitos e deveres, bem como sobre a estrutura e as atribuições do Poder Judiciário.

O projeto matriz foi lançado em 1993 e desde então vem sendo difundido por todo o País. A edição acreana tem como proposta primordial complementar o ensino, estabelecendo relações entre o conteúdo curricular das escolas e as atividades do Poder Judiciário no contexto do regime democrático brasileiro.

As atividades envolvem a visita de magistrados e colaboradores ao ambiente escolar para a realização de palestras educativas. Em seguida, os alunos das escolas parceiras são convidados a conhecer a estrutura e funcionamento de algumas unidades estratégicas do Poder Judiciário. Os estudantes também participam da realização de atividades didático-culturais e júris simulados ao longo do desenvolvimento do projeto.

 

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Fonte: Ex. DIINS - Diretoria de Informação institucional Atualizado em 30/11/2015