TJAC inicia virtualização da Vara de Execuções Penais de Rio Branco

O Presidente do Tribunal de Justiça do Acre e o Corregedor Geral da Justiça, desembargadores Pedro Ranzi e Samoel Evangelista, comemoraram na última segunda-feira (01), juntamente com a Juíza Maha Manasfi e os servidores da Vara das Execuções Penais (VEP) da Comarca de Rio Branco, o sucesso do processo de virtualização da referida unidade Judiciária.

A VEP é a terceira unidade judicial acreana a utilizar a experimentar os benefícios da utilização do processo eletrônico. A Vara da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher e Vara de delitos de Tóxicos e Acidentes de Trânsito de Rio Branco foram as primeiras unidades a instalar o processo virtual no âmbito do Judiciário Acreano. A próxima unidade a ser virtualizada será a Central de Execuções Penais da Capital.

A virtualização dos processos praticamente extinguirá a utilização de papel na unidade judicial, além de imprimir maior agilidade ao julgamento dos feitos. “Esse sistema é de grande importância para o Judiciário Acreano, porque representa o cumprimento da Meta 5 estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça para 2009”, enfatizou o Desembargador Pedro Ranzi.

Para o Corregedor Geral da Justiça, além de proporcionar a melhoria da prestação jurisdicional, a virtualização das unidades judiciárias também contribui para a preservação do meio ambiente.

“No momento em que nós utilizamos os recursos do processo eletrônico, estamos deixando de utilizar papel. E isso é bom para o meio ambiente”, salientou o Desembargador Samoel Evangelista, acrescentando que a atual Direção do Tribunal vai continuar investindo na virtualização de suas unidades.

O novo sistema também causa entusiasmo aos magistrados e servidores. Para a Juíza de Direito Maha Manasfi, titular da VEP, a virtualização resultará na melhoria dos serviços prestados ao jurisdicionado. “A expectativa é bastante positiva, pois a nova ferramenta facilitará o acesso dos advogados e do Ministério Público aos processos, bem como deve acelerar o trâmite processual” afirmou a magistrada.

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Fonte: Atualizado em 11/06/2015