TJAC inicia outorga de cartórios aos novos delegatários

O Tribunal de Justiça do Acre deu início à fase de outorgas de delegações de notas e de registros do Estado do Acre aos candidatos aprovados no último processo seletivo realizado pela instituição.

Na última quarta-feira (30), o candidato aprovado Gustavo Luz Gil assumiu a titularidade do Ofício do Registro de Títulos e Documentos e Registro Civil das Pessoas Jurídicas da Comarca de Rio Branco. Já nesta sexta-feira (1º) foi a vez dos candidatos Fabiana Campos e Fabiano da Silva assumirem, respectivamente, a titularidade dos 1º e 2º Ofícios do Registro de Imóveis da Comarca de Rio Branco.

As cerimônias de delegação das titularidades das serventias extrajudiciais foram conduzidas pelo corregedor geral da Justiça, desembargador Pedro Ranzi, que representou, nos atos, o presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Roberto Barros.

Falando aos delegatários, o desembargador lembrou que atualmente o Poder Judiciário passa por um momento importante de transição, com a virtualização dos processos e a implantação do selo eletrônico dos serviços cartorários e que é necessário que os titulares das serventias estejam atentos a essas mudanças. “Nós vivemos uma mudança de paradigma com a virtualização dos processos, em breve nós vamos também passar para a digitalização (das serventias extrajudiciais) e é preciso que vocês tenham paciência nessa mudança, a Corregedoria é parceira de vocês e nós estamos em um momento nos unirmos para construir isso juntos”, disse.

Pedro Ranzi também agradeceu aos servidores e magistrados do TJAC, à OAB Seccional Acre, ao Ministério Público e aos demais colaboradores que trabalharam juntos na comissão que realizou o processo seletivo para a delegação de outorgas. Ele reafirmou o compromisso do Tribunal de Justiça com a constante melhoria dos serviços cartorários no Estado.

O corregedor geral destacou ainda que uma das principais metas  a partir de agora do Projeto Cidadão, programa social desenvolvido pelo TJAC, será a regularização fundiária, um trabalho que irá demandar um forte empenho dos ofícios do registro de imóveis. “Muitos reclamam da morosidade dos processos de registro dos imóveis, nós queremos fazer um grande processo, uma grande caminhada, uma construção a muitas mãos para encaminharmos essa questão. Não é fácil, talvez demore um tempo, mas nós temos que dar esse passo. É um esforço político, institucional e o Tribunal estará em condições para isso”, ressaltou Pedro Ranzi.

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Fonte: Atualizado em 19/06/2015