Projeto Cidadão realizando sonhos

Nervosos, os noivos Máximo Câmara e Meire Quele, chegaram cedo ao Fórum Barão do Rio Branco, local do casamento. Uma hora de antecedência. De mãos dadas e aparentando ansiedade, eles torciam para que tudo desse certo. Tanto nervosismo é justificável: eles já haviam dado entrada ao processo de casamento e foram impedidos de casar porque perderam a data marcada. “Nós ficamos muito chateados, principalmente porque já havíamos pago cerca de R$ 50,00 pelas taxas. Não sabíamos que o processo tinha prazo de validade. Quando chegamos ao cartório, doze dias após o prazo, fomos informados que tínhamos que fazer tudo de novo para poder casar. Então, vendo a nossa decepção e inexperiência, a atendente do cartório nos orientou a esperar o Projeto Cidadão, assim não precisaríamos pagar tudo outra vez”, conta Máximo. “Eu estou muito feliz. O projeto é muito bom porque reúne todos os serviços em um único lugar e sem burocracia. O melhor de tudo é que não pagamos nada e ainda tivemos direito a uma festa maravilhosa”, dia a noiva. Já para Luiz Bregeiro de Lima de 71 anos, o casamento coletivo significou muito mais que uma simples festa. “Por falta de dinheiro e de informação ainda não tinha oficializado meu divórcio e como sou evangélico, não podia me casar outra vez, com essa situação pendente. O projeto cidadão me deu a oportunidade de regularizar minha situação com a ex-mulher e ainda me deu o direito de poder constituir uma família com a mulher que amo”, relatou. Fonte: www.noticiasdahora.com

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Fonte: Publicado em 26/12/2005