Processo de Virtualização: iniciados os trabalhos no 1º Juizado Especial Criminal de Rio Branco

Aos poucos, o Tribunal de Justiça do Estado do Acre vai consolidando uma das metas prioritárias da atual gestão: a virtualização das unidades judiciárias.

Nesta semana, o Desembargador-Presidente Adair Longuini, acompanhado do Juiz Laudivon Nogueira (Auxiliar da Presidência), deu início aos trabalhos de virtualização do 1º Juizado Especial Criminal (JEcrim) da Comarca de Rio Branco. Após essa fase que abrange as unidades da Capital, será a vez das comarcas do interior do Estado passarem a usufruir dos benefícios desse processo.

Pelo menos 1.050 processos serão digitalizados na unidade, cujo titular é o Juiz José Augusto Fontes. Equipe da Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) e servidores do JEcrim já estão trabalhando na digitalização e, por conseguinte, na utilização do sistema no meio totalmente eletrônico.

Adair Longuini assinalou que a iniciativa representará uma transformação no Judiciário Acreano. “Estamos vivendo um novo momento, com uma administração mais moderna e eficiente. Nesse sentido, o processo de virtualização assume um papel de destaque e representa uma mudança de rumo bastante significativa, que irá transformar profundamente para melhor nosso Judiciário, tornando-o mais eficiente”, disse o Desembargador.

Laudivon Nogueira acrescentou que “o trabalho árduo dos servidores nessa etapa de adaptação ao meio digital será recompensado, quando forem colhidos os frutos no futuro.”

José Augusto Fontes considerou que o projeto do TJAC vai encontro de um dos princípios dos juizados. “O Juizado trabalha com celeridade, pois precisamos dar uma resposta rápida aos cidadãos. Por isso vejo como muito positiva essa ação do Tribunal, que nos permitirá acrescentar mais qualidade aos nossos serviços”, afirmou o juiz.

Benefícios aos cidadãos

O processo de virtualização trará muitos benefícios aos cidadãos acreanos, como a celeridade na tramitação processual, que pode chegar a 70% em relação ao trâmite tradicional.

Além disso, haverá maior transparência na relação da população com a Justiça, já que será assegurada a disponibilidade de acesso integral por meio da Internet.

A virtualização também propicia maior segurança, já que utiliza a certificação digital. Por fim, proporciona economia, por não haver utilização do papel, e diminuição de espaço e de recursos, que podem chegar a 40%, de acordo com um estudo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

 

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Fonte: Atualizado em 11/06/2015