Magistrados debatem sobre Projeto Cidadão como instrumento de inclusão social e acesso à justiça

Somente em 2019, foram 20.507 atendimentos efetuados pelo Projeto Cidadão.

A coordenadora do Projeto Cidadão, desembargadora Eva Evangelista, e o juiz de Direito da Vara de Registros Públicos, Edinaldo Muniz, promoveram nesta segunda-feira, 6, live na rede social Instagran para debaterem sobre o maior programa social do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), que é o Projeto Cidadão. Na ocasião, eles focaram a atividade como instrumento de inclusão social e acesso à justiça.

A desembargadora-coordenadora iniciou apresentando sobre a criação do Projeto Cidadão, há 24 anos, idealizado pelo desembargador Jersey Pacheco – hoje aposentado-, comentou sobre as parcerias institucionais, das edições promovidas e de alguns casos considerados graves de moradores que tiveram seus problemas resolvidos durante atividades realizadas em lugares mais longínquos.

Ela citou, especificamente, o Governo do Estado, que disponibilizou estrutura física e de pessoal para diversas edições, e ainda as prefeituras locais que foram fundamentais para a realização das ações, além das parcerias privadas e dos cartórios.

Os desafios, por conta da falta de recurso financeiro, para as realização das edições e alinhamento do programa, nesse período de pandemia da COVID-19, também foram outros assuntos debatidos, além da possibilidade de casamento coletivo online.

O juiz de Direito enfatizou sobre o número alto de participantes em todas as edições e classificou o Projeto Cidadão um marco para o estado por conta do grande número de pessoas atendidas. Somente em 2019, foram 20.507 atendimentos efetuados pelo Projeto Cidadão.

 

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Fonte: Atualizado em 06/07/2020