Juizados Especiais do Acre definem seu Planejamento Estratégico

“Realizar justiça com qualidade, simplicidade e rapidez”. Essa é a Missão dos Juizados Especiais do Judiciário Acreano, definida oficialmente durante a III Jornada de Estudos da Escola Superior da Magistratura do Acre (ESMAC), que aconteceu na semana passada.

Durante o evento, que contou com a presença de todos os magistrados da Justiça Estadual, foi apresentada a Visão dos órgãos julgadores, qual seja: “ser reconhecido pela eficiência na solução dos conflitos e pacificação social".

A Missão e Visão fazem parte do Planejamento Estratégico do Sistema Estadual de Juizados Especiais, construído a partir de um estudo realizado com a participação de todos os magistrados do Acre.   

A equipe do Núcleo de Estatística e Gestão Estratégica (NEGEST) também integrou a elaboração do documento, que foi oficialmente apresentando e discutido na Jornada de Estudos, por meio de uma oficina específica sobre o tema.

Os trabalhos foram conduzidos pelos servidores do NEGEST, Hélio de Carvalho e Sílvia Pereira. Na ocasião, foram explicitadas a Missão, a Visão e os Valores do Sistema Estadual de Juizados Especiais. Além disso, foi delineada a estratégia, composta por objetivos, metas e indicadores, que deverão ser observados anualmente.

O Planejamento dos Juizados Especiais está alinhado ao Planejamento Estratégico do TJAC (veja aqui) e perseguirá, em sua execução, os seguintes objetivos principais: 

  1. Promover capacitação continuada para servidores, juízes leigos e conciliadores (atendimento, direito, ética, imparcialidade e postura);
  2. Efetuar mapeamento, simplificação e padronização de procedimentos;
  3. Aperfeiçoar os processos de seleção para juízes leigos e conciliadores, de modo a identificar perfis adequados;
  4. Aprofundar as discussões acerca da possibilidade (ou não) de servidores efetivos ou cargos comissionados atuarem como juízes leigos e conciliadores;
  5. Melhorar o atendimento e qualidade dos serviços; 
  6. Aumentar as conciliações, estimulando a convivência pacífica;
  7. Atuar junto à Defensoria Pública, para ampliar a quantidade de defensores públicos;
  8. Atuar junto às Prefeituras, para que seja realizada a atualização dos endereços urbanos (numeração e nomes de ruas) e rurais.

 

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Fonte: Publicado em 20/09/2011