Gestão solidária

Com o andamento do GT para auxiliar nos trabalhos da 2ª Vara Cível, a Direção do Tribunal de Justiça revive experiência positiva de gestão solidária do Judiciário

 

A Corregedora-Geral da Justiça do Acre, Desembargadora Eva Evangelista, juntamente com o Vice-Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Pedro Ranzi, que instalaram no dia 14 de maio o Grupo de Trabalho na 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, avaliam positivamente o andamento das atividades. Criado por meio de portaria da Presidente do TJAC, Desembargadora Izaura Maia, o GT tem como objetivo auxiliar a Juíza Maria Cezarinete de Souza Angelim no andamento processual da Vara durante os próximos 60 dias.

 

Com essa iniciativa, a Administração do Tribunal repete ação semelhante à que já foi executada no âmbito da 1ª Vara Criminal, quando o Juiz Francisco Djalma da Silva solicitou apoio para garantir maior celeridade aos julgamentos, tendo o pedido sido atendido numa ação solidária que vem sendo amplamente defendida pela magistratura em todo o país.

 

Para a criação do GT foi considerada a necessidade de se intensificar o princípio da solidariedade entre os magistrados, seguindo as orientações do 1° Encontro Nacional de Corregedores de Justiça, realizado no início do mês de maio, em Brasília, bem como em atendimento a decisão unânime do Conselho da Magistratura em sua 3ª Sessão Extraordinária, realizada na semana passada.

 

“A decisão de criarmos esse grupo de trabalho é uma atenção aos princípios da eficiência e da celeridade processual”, destacou a Desembargadora Eva Evangelista, justificando o GT, que atuará sem interferir na administração da Vara pela magistrada titular, mas operando como apoio à prestação jurisdicional.

 

Considerando o elevado acúmulo de processos na 2ª Vara Cível, que hoje é da ordem de 82%, a intenção do GT é reduzir este número para um índice menor que 50%. Sob coordenação da Desembargadora Eva Evangelista, o GT é formado pela Desembargadora Miracele Lopes Borges e pelos Juízes Regina Célia Ferrari Longuini, Edinaldo Muniz dos Santos e Maha Kouzi Manasfi e Manasfi, e conta com o apoio de servidores da Corregedoria Geral da Justiça e do gabinete do Desembargador Pedro Ranzi.

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Fonte: Publicado em 22/05/2007