Feira Socioambiental movimenta TJAC com empreendimentos sustentáveis

A responsabilidade socioambiental também pode ser cultivada por meio do consumo consciente.

Para comemorar o Dia da Amazônia, a atual gestão do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, por meio do Núcleo Socioambiental Permanente (NUSAP), mobilizou os servidores acerca da temática da preservação do meio ambiente. Nesta quinta-feira, dia 5, foi realizada uma feira socioambiental, que ocorreu no átrio da sede administrativa da instituição.

O presidente do TJAC, desembargador Francisco Djalma, acompanhado da Coordenadora do NUSAP, desembargadora Waldirene Cordeiro, e dos desembargadores, a decana da Corte Eva Evangelista, Roberto Barros, Denise Bonfim e Laudivon Nogueira, se uniram aos servidores para prestigiar a exposição dos produtos.

O público teve a oportunidade de ter contato direto com diferentes iniciativas ligadas à sustentabilidade. Entre os expositores estava a Maria José Menezes, representando o trabalho do Doutor da Borracha. “A gente colhe a seringa e a árvore continua em pé, por isso seguimos preservando a natureza”, explicou seu trabalho.

Os colares e a tecelagem indígena também chamaram a atenção dos visitantes. O representante da Associação das Produtoras de Artesanato das Mulheres Indígenas Kaxinawa de Tarauacá e Jordão (Apamiktaj), Francisco Chagas, explicou que o artesanato tem procedência das etnias Yawanawa, Huni Kuin, Marogo e Apurinã, na qual o trabalho cooperado tem levado a produção das mulheres a feiras de economia solidária.

A importância da reciclagem foi lembrada pela professora Ana Bessa, que atua na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). “Todos esses itens foram fabricados pelos alunos da Apae. Eles são elaborados com o intuito de incentivar o desenvolvimento de habilidades e também profissional dos alunos. O artesanato utiliza como matéria-prima papel e vidro reciclado”,  esclareceu a professora.

Um destaque do evento foi o grupo de escoteiros “Sementes do Amanhã”. O vice-presidente regional, Florêncio Poersh, destacou a proposta do movimento. “No escotismo têm uma lei em que nós devemos ser amigos das plantas e dos animais, então nós ensinamos as crianças a serem defensoras da natureza”.

As boas práticas de sustentáveis da instituição também foram apresentadas na feira, na qual foram ofertados produtos da Horta Compartilhada. Estavam disponíveis mudas de árvores frutíferas, como ingá, cupuaçu e açaí, também plantas ornamentais e hortaliças, sendo: couve, cheiro verde, coentro, alface, rúcula e chicória, que foram colhidos nesta manhã para presentear os visitantes.

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Fonte: GECOM Atualizado em 05/09/2019