Escola do Poder Judiciário abre ano letivo de formações para servidores e magistrados

Interiorização dos cursos por meio de EaD, capacitação voltadas para as diversas áreas e investimento na qualificação para tecnologia são os principais pontos de atuação deste ano

Após identificar as necessidades de capacitação dos setores e áreas, a Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud), divulgou resultado da Pesquisa de Diagnóstico, nesta sexta-feira, 17, na abertura do ano letivo. A cerimônia aconteceu no Laboratório de Informática da escola, que foi revitalizado ao longo de 2019, recebendo novos móveis e computadores.

A Pesquisa Diagnóstica da Esjud, aplicada no final do ano passado, se propôs a ouvir dos magistrados e servidores quais carências e qualificações eles desejavam para 2020. A partir dos resultados foi traçado o plano de formação da Esjud, seguindo a política de capacitação do TJAC. Durante a cerimônia, ainda foi assinado o Termo de Licença e acesso aos cursos da área da Tecnologia da Informática, adquiridos junto à empresa AOVS (Sistemas de Informática AS).

Estiveram presentes o desembargador-presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), Francisco Djalma, o vice-presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, o diretor da Esjud, desembargador Roberto Barros, o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (Coger), Leandro Leri Gross, além de servidores da Justiça Acreana.

“A Escola é o motor do planejamento do Tribunal de Justiça, é estímulo para nosso aperfeiçoamento. Todos os cursos da Esjud têm o firme propósito de melhorar nossos serviços jurisdicionais. Pois é através de nossos servidores e magistrados que impulsionamos a instituição”, comentou o desembargador-presidente, Francisco Djalma.

Ouvir para atender

A pesquisa foi respondida por 227 servidores, 36 gestores e 16 magistrados. Dessa forma, foram identificados os temas que os servidores almejam nas atividades educativas, entre eles, estão: Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), gestão de pessoas e de processos, alterações legislativas, Direitos Humanos, registros públicos, cidadania e fiscalização dos serviços extrajudiciais, orçamento, saúde, comunicação, segurança e outros.

Na ocasião, o desembargador Roberto Barros agradeceu o apoio e cuidado que a atual gestão tem com a Esjud e salientou a importância da pesquisa para melhoria do trabalho. Enquanto o desembargador Laudivon Nogueira, presidente do Comitê de Governança da Tecnologia da Informação, discorreu sobre importância dos investimentos na educação e ferramentas tecnológicas.

“Esse não é só o início do ano letivo, mas um marco de transformação na ideia do que é educar e formar servidores. A escola é essencial para o desenvolvimento do Tribunal e se ela não funcionar, o Poder Judiciário não conseguirá desenvolver direito seu papel. A ideia é que cada vez mais capacitemos nossos servidores para área de Tecnologia da Informação, pois é fundamental nos prepararmos para o futuro”, disse Nogueira.

Para este ano de 2020, a Escola do Poder Judiciário pretende amplificar o acesso as formações, interiorizando os cursos por meio do Ensino à Distância (EaD) e realizar capacitações voltadas para diversas áreas e em consonância com as exigências e normatizações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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Fonte: Publicado em 17/01/2020