Correições são finalizadas em todas as unidades judiciais do Acre

Durante visitas são verificadas as condições de trabalho, qualidade das ferramentas de serviço em que são feitas as análises do desempenho quanto ao fluxo e movimentação de processos.

A Corregedoria-Geral da Justiça encerrou as visitas técnicas em todas as unidades judiciais do Acre. As atividades correcionais possibilitam à conjugação de informações aptas a uma análise panorâmica e pontual das unidades fiscalizadas, servindo, inclusive, de suporte para à tomada de decisões da Administração quanto ao planejamento e execução de ações necessárias para o aperfeiçoamento dos serviços oferecidos à sociedade acreana.

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Júnior Alberto, explicou que as correições acontecem ainda, em etapa final, somente nos serviços extrajudiciais, que são os cartórios. Ele acrescenta que durante as visitas são verificadas as condições de trabalho, qualidade das ferramentas de serviço em que são feitas análises do desempenho da unidade no que diz respeito aos fluxos e movimentações de processos.

“Ouvimos as reclamações dos magistrados, as ideias e sugestões e dirigimos orientações a eles pela busca da qualidade e eficiência nos serviços. É feito ajuste nas diretrizes. Essas visitas são feitas por mim e também pelo juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral, Leandro Gross”, explicou.

Na oportunidade, ele salientou a observância das citações e intimações eletrônica, para economia de recursos com expedição de mandados; os fluxos para a juntada de peticionamento automático; observância quanto a correta movimentação das classes processuais visando sanar as inconsistências que terminam redundando prejuízo no selo de qualidade.

“É um conjunto de informações para alinharmos dentro das normas e dos manuais da corregedoria”, acrescentou.

O corregedor enfatiza que a questão orçamentária do TJAC impede que sejam tomadas providências eficazes e mais rápidas quanto as reclamações dos magistrados e servidores referentes a equipamentos e déficit de servidores, falta de conciliadores, juízes leigos e estagiários.

“A Administração tem procurado suprir. Mas a questão orçamentária do TJAC impede que sejam tomadas providências eficazes e mais rápidas”, finalizou.

 

Postado em: COGER, Galeria, Notícias | Tags:

Fonte: Atualizado em 13/08/2020