Atuação da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar é apresentada em Santa Catarina

Em seminário em Florianópolis, desembargadora Eva Evangelista dissertou sobre as ações da Justiça Acreana no combate a violência doméstica.

A coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Acreano, desembargadora Eva Evangelista, participou do 3º Seminário Regional de Promoção e Defesa da Cidadania, na quinta-feira, 29, em Florianópolis, Santa Catarina (SC). A magistrada apresentou a atuação da Justiça do Acre no enfrentamento desta violência no estado.

O seminário foi promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc). Durante o evento, foram discutidos os temas de suicídio, Sistema Único de Segurança Pública, automutilação e violência contra a mulher. Os debates ocorreram em Grupos de Trabalho (GT).

A decana da Corte de Justiça do Acre participou da mesa de palestrantes do GT de Violência contra Mulher, que foi mediada pela deputada estadual de Santa Catarina, Marlene Fengler, e também teve a participação da delegada Patrícia Zimmernann D’Ávila, da deputada estadual de Roraima Ione Pedroso, e da diretora de Políticas para as Mulheres da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM), Isnailda Gondim.

Para a desembargadora Eva Evangelista é necessário o aprimoramento das estratégias de combate à violência doméstica, por meio da elaboração de ações estratégicas de atuação que envolvam o engajamento de todas instituições públicas e da sociedade, considerando as particularidade de cada local.

“Venho centrada na proposta de refletirmos sobre as ações necessárias no combate a violência à mulher, pois é preciso que todos irmanados firmarmos um compromisso de prevenir, enfrentar essa violência. É neste desafio que estamos envolvidos no Acre, por meio da Coordenadoria, pois a violência doméstica e familiar contra a mulher atinge todas as mulheres”, afirmou a magistrada.

*com informações da Agência da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

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Fonte: GECOM Atualizado em 02/09/2019