Acre integrará grupo restrito de tribunais com nova ferramenta a interinos

Ferramenta está 80% concluída; previsão é que comece a ser utilizada até julho 

Com a finalidade de agilizar e padronizar as prestações de contas por parte dos interinos das 17 serventias vagas no Estado do Acre, é que a Corregedoria-Geral da Justiça (Coger) criou ferramenta para esses dados serem inseridos diretamente no sistema Extrajud.

Desenvolvida pela Diretoria de Informação da Tecnologia do TJAC, sob coordenação da Gerência de Fiscalização de Serviços Extrajudiciais da Coger, com base no modelo utilizado pelo TJ de Santa Catarina, a ferramenta possibilita uma prestação de contas mais facilitada e já está 80% concluída. A previsão é que comece a ser utilizada até julho.

Para alinhar alguns pontos, a equipe da Gerência de Fiscalização de Serviços Extrajudiciais, com o juiz-auxiliar Leandro Gross, se reuniu, na quarta-feira, 27, para apresentar a ferramenta ao corregedor-geral da Justiça, desembargador Júnior Alberto.

Segundo ele, para o desenvolvimento do programa, foi assinado um termo de cooperação técnica com o TJ de Santa Catarina, ano passado, para ser utilizado com base no programa que o judiciário Catarinense trabalha, mas que a equipe acreana superou as expectativas.

“Ficou um página mais leve, dinâmica e facilitada para que os dados sejam alimentados por parte dos interinos. Esse trabalho é de fundamental importância para a Coger de uma forma geral e nossos agradecimentos e reconhecimento são voltados a equipe da DITEC que se empenhou bastante, junto com a Gerência de Fiscalização, para a criação desse novo serviço”, disse o desembargador-corregedor.

O corregedor acrescenta ainda que a ferramenta é um marco positivo para a gestão do Poder Judiciário Acreano, pois possibilitará a rápida análise das prestações de contas e maior controle dos gastos feitos pelas serventias vagas ocupadas pelos interinos.

O sistema de prestações de contas, que brevemente será utilizado, atende às normas emitidas pela Coger e também recomendação feita no relatório de inspeção do Conselho Nacional da Justiça que recomendou maior agilidade nessa questão.

“O fato de essas prestações serem no formato manual, e diante do quadro reduzido, terminam por não serem apreciadas dentro do tempo preciso. Esse novo formato irá proporcionar, inclusive, o aumento das receitas do Poder Judiciário, o maior controle”, finalizou.

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Fonte: Atualizado em 28/05/2020