Acre é contemplado com edital de seleção de profissionais para o Justiça Restaurativa

Contratação imediata

A iniciativa é fruto da parceria entre o Conselho Nacional de Justiça e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública

O Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo (CDHEP) tornou público edital para seleção de profissionais que atuarão no programa Justiça Restaurativa. A contratação contemplará oito estados brasileiros, entre eles o Acre. O objetivo é o fortalecer o monitoramento e fiscalização do sistema prisional e socioeducativo.

O edital está disponível no site da instituição: Clique aqui! Para o Acre, há uma vaga de facilitador de práticas restaurativas/articulador de redes.

Segundo o certame, o perfil desejado exige graduação e pós-graduação na área de Ciências Humanas ou Sociais, ter residência em Rio Branco, além de experiência comprovada. O período de inscrição se inicia nesta terça-feira, 11 e se encerra dia 25 de fevereiro.

O candidato deve enviar e-mail com currículo, carta de motivação e resposta para as seguintes perguntas:

1- Conte brevemente sua trajetória relacionando-a com a Justiça Restaurativa e/ou Justiça Comunitária, Direitos Humanos ou temáticas afins;
2- Quais possibilidades e benefícios você vislumbra a partir da interação entre Justiça Restaurativa e Sistema Justiça.

O processo seletivo é composto de duas etapas: análise do material enviado por e-mail para inscrição e entrevista por vídeo. A carga horária é de 30h semanais, a modalidade de contratação será Pessoa Jurídica – Microempreendedor Individual e a remuneração será compatível com o valor praticado no mercado de trabalho.

A pessoa selecionada irá participar de semana de formação presencial em São Paulo, no final de março, com custos arcados pelo CDHEP. O contrato tem previsão de encerramento para o mês de dezembro de 2020.

Os núcleos da Justiça Restaurativa atendem aos sistemas de justiça criminal, penitenciário e socioeducativo, colaborando para a resolução pacífica de conflitos e redução da superlotação nas unidades de reclusão.

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Fonte: DIINS Atualizado em 11/02/2020