Esjud realiza Oficina sobre Banco Nacional de Monitoramento de Prisões – BNMP2

Com parceria da Corregedoria-Geral da Justiça, atividade teve como público-alvo diretores de Secretaria e servidores que fazem uso do sistema.

Mais de 100 pessoas participaram da Oficina sobre Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP2), promovida pela Escola do Poder Judiciário (Esjud) em parceria com a Corregedoria-Geral da Justiça (Coger).

Tida como um dos grandes destaques deste mês de maio no Órgão de Ensino, a atividade foi realizada na última sexta-feira (21), com quatro horas de duração. Devido ao número expressivo de inscritos – eram 40 vagas a princípio -, foi necessário ampliar a quantidade de turmas.

A oficina foi prestigiada pelo desembargador Samoel Evangelista, diretor da Esjud em exercício, bem como pelo desembargador Elcio Mendes, corregedor-geral da Justiça, além de diretores de Secretaria e servidores que fazem uso do sistema.

“É um exemplo de magistrado que sempre deixa sua marca por onde passa. Larga folha de serviços prestados ao Tribunal. Também esteve à frente da Asmac com sucesso e me deu o prazer de dividir a Câmara Criminal. Também foi exemplo na condução da Corregedoria do TRE-AC. Assim, tenho certeza de que teremos grandes avanços na nossa Coger, iremos ver o traço do grande gestor. Para nós é uma honra tê-lo conosco nesta atividade”, declarou Samoel Evangelista acerca do titular da Corregedoria.

O desembargador Elcio Mendes assinalou “o empenho e boa vontade em servir à Justiça”, bem como “o compromisso em cumprir as missões que lhe são delegadas na trajetória jurídica”.

Ao elogiar todo o corpo funcional da Esjud, bem como retribuir as palavras “generosas” do desembargador Samoel, o corregedor-geral lembrou a importância das equipes de trabalho para que se consiga alcançar resultados na Instituição.

Ao frisar que a Coger está à disposição dos servidores, considerou-se “feliz com a oportunidade” e que “o aprendizado da oficina será de grande valia no dia a dia do Tribunal”.

Ao mesmo tempo que vai ao encontro dos macrodesafios do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a iniciativa contribui para o aperfeiçoamento dos processos interno e da gestão da Justiça Criminal.

 

BNMP 2.0

O Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0) é um sistema eletrônico que auxilia as autoridades judiciárias da justiça criminal na gestão de documentos atinentes às ordens de prisão/internação e soltura expedidas em todo o território nacional, materializando um Cadastro Nacional de Presos.

O sistema promove o controle na porta de entrada e de saída das pessoas privadas de liberdade por intermédio do cadastramento dos indivíduos e registro de documentos processuais (além dos mandados de prisão, alvarás de soltura, mandados de internação, guias de recolhimento e de internação…), o que permite identificar todas as pessoas procuradas ou custodiadas, nas diversas categorias de prisão, civil ou penal, estejam elas em situação de prisão provisória, definitiva, ou em cumprimento de medida de segurança na modalidade internação.

Formadores

A atividade foi conduzida por três profissionais da Justiça Acreana:

Felype Lopes Lima, técnico judiciário, formado em Administração com ênfase em Análise de Sistemas pelo Instituto de Ensino Superior do Acre (Iesacre).

Josemar Mesquita Souza, analista judiciário. Gerente de Serviços Auxiliares, é formado em Sistemas de Informação, com especialização em Engenharia de Sistemas, Redes de Computadores e Banco de Dados.

Júlio César da Silva Gomes, analista judiciário. Especialista em Gestão da Tecnologia da Informação, foi professor universitário do curso de Sistemas de Informação da Unimeta por cinco anos.

Assessoria | Comunicação TJAC